O caminho torto, onde traço passos no escuro
descreve notas surdas.
Silêncio.
Ecos passeiam pelas árvores
suspirando medo e alívio.
A lua doente de icterícia.
[poemas presos no vazio da gramática]
Este céu nunca foi meu.
É da lua e seus caminhos.
Passos dados nunca voltam.
É o mesmo céu de ontem, sem palavras ou destino
sou quarto-crescente sob a lua minguante.
[saudade presa no vazio dos poemas]
Essa é uma releitura de um paragrafozinho bem besta que escrevi com uns 17 anos, mas que faz muito mais sentido hoje em dia. Achei perdido no caderno de anotações do meu trabalho.
5 comentários:
17 ANOS?!?!
=O
nah, paragrafozinho original, é muito ruim, sério. foi só uma idéia jogada que eu fui arrumar quase 10 anos depois.
Que bom que você achou algum caderno velho por aí.
Tomara que ache outros.
Quem sabe assim, o recesso mental passa.
ae! tá saindo mais alguns numa tacada só, to devorando uns livros aqui e isso tá me dando um pouco mais de vontade, ehehhehe
acho que posto um novo na semana que vem, daqueles enormes. espero que curta!
Postar um comentário