Não quero acreditar em papai-noel, mas vivo na esperança de encontrar um bom velhinho que venha com um saco cheio de sonhos. O mesmo de quando eu era criança, o mesmo de quando meus sonhos eram bonecas e patins.
Não quero perder esse espírito fraternal do dia vinte e cinco, mesmo que pra mim ele só signifique dois quilos a mais na balança.
Não quero mais viver buscando em todo momento um lampejo de felicidade pra motivar um sorriso. Por que as coisas boas chegam com sutilezas quase imperceptíveis? Por que a gente tem que procurar por ela em tudo, enquanto as frustrações chegam claras e piscando como luzinhas de natal?
Não quero mais ter que trabalhar pra esquecer meus problemas.
Não quero mais ter que gritar para que alguém me ouça.
Não quero ter que escrever textos no Natal por me sentir sozinha...
2 comentários:
Mascarino, uma noite de dezembro. Você não está sozinha.
Só se sente sozinho quem quer, guria!
Gostei do blog.
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