segunda-feira, 1 de junho de 2009

Ausência

Carrego nas costas o peso de ser quem eu sou
e levo comigo as dores de um mundo todo
as dores que eu nunca causei.

(Pergunto-me, incrédula:
- Por quanto tempo ainda terei que pagar
pela lágrima que chorou sozinho
pelo adeus seco e úmido
por um coração partido
que nunca parti?)

Não se esqueça de deixar a porta aberta
que por hoje, eu vou embora...

3 comentários:

Ruben Yannelli disse...

ixi... o "pau comeu" literalmente! Lê um pouco de Neruda, faz bem à alma.

Diegonzo disse...

santodeus!
já disse que tu escreves como um homem?
isso é um elogio

hehehe

Dai Die disse...

sinto tua falta :(